Dois alunos do 3º ano fizeram um protesto para não matarem os tigres.
Para tal usaram uma cartolina onde colaram imagens e escreveram mensagens.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
1.º Concurso de Leitura dos alunos do 2.º ano
Olá a todos!
Ontem fizemos o nosso primeiro concurso de leitura.
Durante o fim-de-semana, cada menino escolheu um pequeno texto, treinou muito bem a sua leitura e ontem apresentou-o à turma. Depois votaram nos colegas e o grande vencedor foi o Martim Carrilho (PARABÉNS MARTIM!).
Estão todos de parabéns porque se empenharam bastante nesta tarefa.
É mais uma actividade que pretende desenvolver os hábitos de leitura.
Um beijinho para todos...
Ontem fizemos o nosso primeiro concurso de leitura.
Durante o fim-de-semana, cada menino escolheu um pequeno texto, treinou muito bem a sua leitura e ontem apresentou-o à turma. Depois votaram nos colegas e o grande vencedor foi o Martim Carrilho (PARABÉNS MARTIM!).
Estão todos de parabéns porque se empenharam bastante nesta tarefa.
É mais uma actividade que pretende desenvolver os hábitos de leitura.
Um beijinho para todos...
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
O Tesouro Perdido
No tempo em que as bruxas andavam pelos céus montadas nas suas vassouras, uma fada distraída e um pato trapalhão queriam encontrar um tesouro num reino perdido.
O pato trapalhão e a fada distraída decidiram ir de barco até ao reino, onde estava o castelo assombrado numa ilha.
Quando chegaram ao castelo, encontraram um cavaleiro de duas cabeças. Este cavaleiro estava a roubar o tesouro, porque queria ser muito rico. O pato trapalhão ficou muito atrapalhado e tropeçou numa pedra. A fada tentou fazer uma magia contra o cavaleiro com fogo, mas distraiu-se e queimou a mão do cavaleiro de duas cabeças.
Mesmo assim, o cavaleiro conseguiu fugir do castelo com o tesouro.
A fada estava a chorar tanto que apareceu um génio. A fada e o pato logo contaram o que se passou.
O génio pegou no seu tapete mágico e conseguiu apanhar o cavaleiro com o seu tesouro.
Quando regressou ao castelo entregou-o ao pato trapalhão e à fada distraída.
Assim, a felicidade voltou ao reino.
Os alunos do 1º Ano.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
A Infancoop é a melhor escola do MUNDO!

Olá a todos! Vou falar sobre a minha escola:
Era uma vez uma escola chamada Infancoop… A Infancoop tem muitas coisas boas e principalmente a boa educação: os meninos são muito bem educados. A Infancoop tem três turmas que são: O 1.º ano, 2.º ano e 3.ºano. Querem saber mais? A Infancoop funciona assim: À hora do almoço os meninos vão todos almoçar. No almoço todos os meninos vão se servir e só se podem levantar 2 vezes. Porque uma é para se servir e outra é para se irem embora . E depois de te ter contado tanto tenho de vos contar uma coisa: A Infancoop é a melhor escola do mundo.
Pedro Pessoa - 2.º ano
domingo, 30 de janeiro de 2011
Projecto "Hora do Conto e Profissões"
Olá a todos!
Este ano lectivo continuamos com o nosso projecto "Hora do Conto e Profissões" em que todas as sextas-feiras de manhã temos um pai/mãe que vem à nossa sala apresentar a sua profissão ou contar uma história. Tem sido um êxito! Os meus meninos adoram esta rotina semanal. É uma hora muito interessante e motivadora porque os meus pais empenham-se e
preparam muito bem a sua apresentação. Aproveito, quase sempre, para depois trabalhar com os alunos, em sala de aula, sobre o que foi apresentado. Por exemplo, o pai do Pedro apresentou um livro sobre as plantas e os alunos sugeriram logo que estudássemos este assunto e assim foi.
Normalmente são os pais que vêm à escola mas já aconteceu irmos nós ter com os pais: a mãe da Bruna trabalha na Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro e organizou uma visita de estudo até a esta escola; o pai do Joshua é agricultor e nós fomos visitar uma das suas fazendas. São experiências únicas que estes pais propocionam às suas crianças.
Quero agradecer, do fundo do coração, a todos os meus pais pelo empenho e dedicação que fazem com que este projecto seja um verdadeiro sucesso: O
brigada. Este beijinho vai directamente para esse
s pais e filhos...


Este ano lectivo continuamos com o nosso projecto "Hora do Conto e Profissões" em que todas as sextas-feiras de manhã temos um pai/mãe que vem à nossa sala apresentar a sua profissão ou contar uma história. Tem sido um êxito! Os meus meninos adoram esta rotina semanal. É uma hora muito interessante e motivadora porque os meus pais empenham-se e
Normalmente são os pais que vêm à escola mas já aconteceu irmos nós ter com os pais: a mãe da Bruna trabalha na Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro e organizou uma visita de estudo até a esta escola; o pai do Joshua é agricultor e nós fomos visitar uma das suas fazendas. São experiências únicas que estes pais propocionam às suas crianças.
Quero agradecer, do fundo do coração, a todos os meus pais pelo empenho e dedicação que fazem com que este projecto seja um verdadeiro sucesso: O
Falámos sobre:
hora do conto,
pais,
pais na escola,
visitas de estudo
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
O palhaço traquinas
No tempo em que os animais falavam, havia um palhaço traquinas que vivia na torre mais alta de um castelo, em Óbidos. A torre mais alta do castelo foi construída por um génio mágico. Essa torre era mágica porque quem lá entrasse ficava sempre feliz.
O génio mágico como gostava muito do seu amigo palhaço, deu-lhe uma missão muito importante:
- Palhaço, vou-te dar uma missão.
- Qual é? Qual é? – perguntou o palhaço curioso.
- Tem calma! A tua missão é encontrar um tesouro muito precioso – disse o génio.
- Mas onde está esse tal tesouro? – perguntou o palhaço.
- Amigo, o tesouro está escondido na torre mais baixa do castelo.
- Então vai ser “canja de galinha”! – disse o palhaço entusiasmado.
- Não vai ser assim tão fácil! Há lá um monstro de sete cabeças que se te vê lança-te um feitiço e tu ficas mau!
- Então não quero ir sozinho! Vens comigo e ajudas-me porque és mágico! – disse o palhaço.
- Está bem! Mas promete-me que ficas sempre perto de mim porque o monstro pode lançar-te um feitiço! – respondeu o génio preocupado.
- Ai, ai! Não me digas mais nada porque fico com pesadelos! – disse o palhaço cheio de medo.
Os dois amigos saíram da torre mais alta do castelo em direcção à torre mais baixa do castelo.
O palhaço perguntou ao génio:
- Será que o tesouro é mágico?
- Claro que sim, seu patetinha! – respondeu o génio com um sorriso nos lábios.
Continuaram o seu caminho, desceram mil escadas… Mas como o monstro de sete cabeças tinha catorze ouvidos, ouviu os passos do palhaço e do génio. Então, resolveu pegar no tesouro e fugir para o maior planeta do Sistema Solar: Júpiter. Mas com tanta pressa, em vez de levar a caixa do tesouro, levou o seu caixote do lixo mal cheiroso.
Assim que o palhaço e o génio chegaram à torre do monstro, ficaram espantadíssimos! Não estava o monstro de sete cabeças e encontraram o tesouro. Assim, o mistério foi resolvido.
Autores: Inês e Francisco com o apoio dos colegas do 2.º ano
O génio mágico como gostava muito do seu amigo palhaço, deu-lhe uma missão muito importante:
- Palhaço, vou-te dar uma missão.
- Qual é? Qual é? – perguntou o palhaço curioso.
- Tem calma! A tua missão é encontrar um tesouro muito precioso – disse o génio.
- Mas onde está esse tal tesouro? – perguntou o palhaço.
- Amigo, o tesouro está escondido na torre mais baixa do castelo.
- Então vai ser “canja de galinha”! – disse o palhaço entusiasmado.
- Não vai ser assim tão fácil! Há lá um monstro de sete cabeças que se te vê lança-te um feitiço e tu ficas mau!
- Então não quero ir sozinho! Vens comigo e ajudas-me porque és mágico! – disse o palhaço.
- Está bem! Mas promete-me que ficas sempre perto de mim porque o monstro pode lançar-te um feitiço! – respondeu o génio preocupado.
- Ai, ai! Não me digas mais nada porque fico com pesadelos! – disse o palhaço cheio de medo.
Os dois amigos saíram da torre mais alta do castelo em direcção à torre mais baixa do castelo.
O palhaço perguntou ao génio:
- Será que o tesouro é mágico?
- Claro que sim, seu patetinha! – respondeu o génio com um sorriso nos lábios.
Continuaram o seu caminho, desceram mil escadas… Mas como o monstro de sete cabeças tinha catorze ouvidos, ouviu os passos do palhaço e do génio. Então, resolveu pegar no tesouro e fugir para o maior planeta do Sistema Solar: Júpiter. Mas com tanta pressa, em vez de levar a caixa do tesouro, levou o seu caixote do lixo mal cheiroso.
Assim que o palhaço e o génio chegaram à torre do monstro, ficaram espantadíssimos! Não estava o monstro de sete cabeças e encontraram o tesouro. Assim, o mistério foi resolvido.
Autores: Inês e Francisco com o apoio dos colegas do 2.º ano
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Herodes e o Reino Perdido
No século passado, havia um cavaleiro que se chamava Herodes que vivia numa gruta secreta. Essa gruta era secreta porque só o cavaleiro e um terrível feiticeiro sabiam da sua existência. Herodes tinha 22 anos e vivia sozinho nessa gruta desde os 10 anos.
Os pais de Herodes estavam num reino perdido porque um dia, um terrível feiticeiro lançou um feitiço que separou Herodes dos seus pais. Esse feiticeiro chamava-se Marlin e era irmão de Herodes. Marlin não gostava nada do seu irmão porque tinha muitos ciúmes pois os seus pais gostavam mais de Herodes que era uma criança educada e muito carinhosa, ao contrário de Marlin.
A missão de Herodes era encontrar o Reino Perdido onde estavam os seus pais. Herodes só pensava em cumprir esta missão porque queria a sua família de volta pois tinha muitas saudades.
Um dia, Herodes estava a tentar encontrar o Reino quando viu no céu algo extraordinário: era um pássaro de mil cores! Herodes chamou o pássaro e disse-lhe:
- Bom dia, pássaro! Achas que me podes ajudar?
- Bom dia! Quem és tu? – Perguntou o pássaro de mil cores.
- Eu chamo-me Herodes, sou um cavaleiro e estou à procura do Reino Perdido. Sabes onde é? – Perguntou Herodes ao pássaro.
- Eu conheço muito bem esse tal Reino mas porque é que estás tão interessado em encontrá-lo? É que é um Reino muito triste porque foi amaldiçoado. – Disse o pássaro.
- Eu sei que foi amaldiçoado e os meus pais estão lá! – Disse o cavaleiro muito triste.
- Não acredito! És tu o irmão do terrível feiticeiro?
- Infelizmente sou! – Disse o cavaleiro.
- Os teus pais estão há 12 anos à tua espera e muito tristes. Nunca os vi sorrir. – Disse o pássaro preocupado.
- Podes-me levar até lá? – Perguntou Herodes.
- Eu posso-te ajudar mas temos de ter muito cuidado porque o feiticeiro Marlin está sempre a ver o que se passa na sua bola de cristal.
Os dois amigos foram andando com muito cuidado durante cinco dias e cinco noites. Só paravam para comer e para beber água.
Entretanto Marlin estava no seu castelo a ver a sua bola de cristal quando viu o pássaro de mil cores e o seu irmão numas terras perto do Reino Perdido. O Feiticeiro ficou tão furioso que partiu a sua bola de cristal:
- Não acredito! Fiquei tão furioso que parti a minha preciosa bola de cristal. E agora como vou ver o que se passa? Vou pegar na minha vassoura e vou ter com o meu queridinho irmão! Ah ah ah!
Dito isto, prendeu os seus pais na torre mais alta do castelo, pegou na sua vassoura e voou até ao seu irmão Herodes. Mas a bola de cristal enganou-o e ele foi pelo caminho errado.
Entretanto Herodes conseguiu chegar até ao Reino Perdido e ouviu as vozes dos seus pais:
- Ajudem-nos! Estamos presos! Socorro! Estamos presos na torre mais alta do castelo!
Assim que Herodes ouviu os gritos dos seus pais começou a correr em direcção à torre. Começou a subir as escadas e encontrou a varinha de condão do seu terrível irmão. Resolveu parti-la e todo o mal que o feiticeiro fez, desapareceu: o castelo ficou lindo com as cores do pássaro de mil cores, Herodes ficou a viver com os seus pais, o pássaro de mil cores ficou a viver no Reino e o feiticeiro morreu porque caiu da sua vassoura mágica.
Herodes e os seus pais viveram felizes para sempre porque a maldição desapareceu do Reino.
Autores: Alunos do 2.ºano
2011-01-11
Os pais de Herodes estavam num reino perdido porque um dia, um terrível feiticeiro lançou um feitiço que separou Herodes dos seus pais. Esse feiticeiro chamava-se Marlin e era irmão de Herodes. Marlin não gostava nada do seu irmão porque tinha muitos ciúmes pois os seus pais gostavam mais de Herodes que era uma criança educada e muito carinhosa, ao contrário de Marlin.
A missão de Herodes era encontrar o Reino Perdido onde estavam os seus pais. Herodes só pensava em cumprir esta missão porque queria a sua família de volta pois tinha muitas saudades.
Um dia, Herodes estava a tentar encontrar o Reino quando viu no céu algo extraordinário: era um pássaro de mil cores! Herodes chamou o pássaro e disse-lhe:
- Bom dia, pássaro! Achas que me podes ajudar?
- Bom dia! Quem és tu? – Perguntou o pássaro de mil cores.
- Eu chamo-me Herodes, sou um cavaleiro e estou à procura do Reino Perdido. Sabes onde é? – Perguntou Herodes ao pássaro.
- Eu conheço muito bem esse tal Reino mas porque é que estás tão interessado em encontrá-lo? É que é um Reino muito triste porque foi amaldiçoado. – Disse o pássaro.
- Eu sei que foi amaldiçoado e os meus pais estão lá! – Disse o cavaleiro muito triste.
- Não acredito! És tu o irmão do terrível feiticeiro?
- Infelizmente sou! – Disse o cavaleiro.
- Os teus pais estão há 12 anos à tua espera e muito tristes. Nunca os vi sorrir. – Disse o pássaro preocupado.
- Podes-me levar até lá? – Perguntou Herodes.
- Eu posso-te ajudar mas temos de ter muito cuidado porque o feiticeiro Marlin está sempre a ver o que se passa na sua bola de cristal.
Os dois amigos foram andando com muito cuidado durante cinco dias e cinco noites. Só paravam para comer e para beber água.
Entretanto Marlin estava no seu castelo a ver a sua bola de cristal quando viu o pássaro de mil cores e o seu irmão numas terras perto do Reino Perdido. O Feiticeiro ficou tão furioso que partiu a sua bola de cristal:
- Não acredito! Fiquei tão furioso que parti a minha preciosa bola de cristal. E agora como vou ver o que se passa? Vou pegar na minha vassoura e vou ter com o meu queridinho irmão! Ah ah ah!
Dito isto, prendeu os seus pais na torre mais alta do castelo, pegou na sua vassoura e voou até ao seu irmão Herodes. Mas a bola de cristal enganou-o e ele foi pelo caminho errado.
Entretanto Herodes conseguiu chegar até ao Reino Perdido e ouviu as vozes dos seus pais:
- Ajudem-nos! Estamos presos! Socorro! Estamos presos na torre mais alta do castelo!
Assim que Herodes ouviu os gritos dos seus pais começou a correr em direcção à torre. Começou a subir as escadas e encontrou a varinha de condão do seu terrível irmão. Resolveu parti-la e todo o mal que o feiticeiro fez, desapareceu: o castelo ficou lindo com as cores do pássaro de mil cores, Herodes ficou a viver com os seus pais, o pássaro de mil cores ficou a viver no Reino e o feiticeiro morreu porque caiu da sua vassoura mágica.
Herodes e os seus pais viveram felizes para sempre porque a maldição desapareceu do Reino.
Autores: Alunos do 2.ºano
2011-01-11
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